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ECA. ATO INFRACIONAL. FURTO. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. PROVA. ADEQUAÇÃO DA MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE. 1. A competência jurisdicional das Câmaras que compõem o Tribunal de Justiça é regulado pelo Provimento nº 1/98, que estabelece que compete às Câmaras do 4º Grupo Cível julgar todas questões relativas ao ECA, inclusive atos infracionais. 2. O princípio bagatelar não tem aplicação aos feitos da infância e da juventude, pois o propósito não é punir, mas educar o infrator. 3. Provada a autoria e a materialidade, imperiosa a procedência da representação e a aplicação da medida socioeducativa adequada às condições pessoais da infratora e à gravidade do ato infracional. 4. Embora a infratora tenha negado a autoria, sua versão é contrad...
...o apresenta antecedentes e vem recebendo o amparo de sua família, justifica-se a adoção da medida...
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UNIÃO ESTÁVEL. ALIMENTOS EM FAVOR DA EX-COMPANHEIRA. ADEQUAÇÃO DO QUANTUM. 1. O dever de mútua assistência existente entre os cônjuges e companheiros se materializa no encargo alimentar, quando existe a condição de necessidade. 2. Se o varão foi sempre o provedor da família ao longo dos 10 anos de união estável e a mulher se dedicou ao lar, sem exercer atividade laboral remunerada, senão durante em curto espaço de tempo, na empresa da família do recorrente, cabe a ele dar o amparo alimentar à ex-companheira. 3. Os alimentos devem atender ao binômio possibilidade e necessidade, isto é, devem atender as necessidades da alimentanda, mas sem comprometer o sustento do alimentante. 4. Constituía ônus do alimentante comprovar a sua impossibilidade de alcançar a pensão alimentícia fixada, mas d...
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...a) a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;. b) o amparo às crianças e aos adolescentes carentes;. c) a p...
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APELAÇÃO CIVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. EMBARGOS DE TERCEIRO. NOTA PROMISSÓRIA EM QUE O CÔNJUGE NA CONDIÇÃO DE AVALISTA. IMÓVEL RESIDENCIAL. BEM DE FAMÍLIA. PROTEÇÃO LEGAL. RESERVA DA MEAÇÃO. NÃO CABIMENTO. AUSENCIA DE COMPROVAÇÃO DE QUE O VALOR NÃO FOI REVERTIDO EM FAVOR DA FAMÍLIA. PRECEDENTES DO STJ E DO TJRS. 1. Encontra amparo no art. 1º da Lei nº 8.009/90 a pretensão de reconhecimento da impenhorabilidade do imóvel do embargante, porquanto o mesmo possui destinação residencial, protegido, portanto, como bem de família, e não foi dado em garantia como pagamento da dívida. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. (Apelação Cível Nº 70035424878, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luiz Renato Alves da Silva, Julgado em 31/03/2011)...
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FÉ. INCIDÊNCIA DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA PROTEÇÃO À FAMÍLIA E DA DIGNIDADE DA PESSOA (ARTS. 6º E 226, DA CARTA MAGNA). SEGURANÇA DA CÉLULA FAMILIAR. DESNECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO DE RESIDÊNCIA NO ÚNICO IMÓVEL. ÔNUS DA PROVA RECAÍDO SOBRE O EXEQUENTE. AFASTAMENTO DA CONSTRIÇÃO JUDICIAL. I - De acordo com os artigos 1º e 5º, da Lei n.º 8.009/90, a caracterização da impenhorabilidade decorre da conjugação de dois requisitos, quais sejam: que a constrição recaia sobre o único imóvel residencial e que sirva de moradia permanente para a família ou entidade familiar. Tal proteção tem amparo na presunção de boa-fé, no Princípio Constitucional da Proteção à Família (A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado - art. 226), bem assim na dicção do art. 6º da Carta Magna,...
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AGRAVO DE INSTRUMENTO. FAMÍLIA. AÇÃO DE RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL. PEDIDO DE AFASTAMENTO DO COMPANHEIRO DO LAR COMUM. DESCABIMENTO, NO CASO. 1. Embora plausíveis as alegações acerca da animosidade havida com o companheiro, dificultando a coabitação, não se fazem presentes os requisitos à antecipação de tutela postulada (art. 273, caput, CPC), no sentido do afastamento do agravante do lar comum, na medida em que nada há no instrumento a indicar o fundado receio de ocorrência de prejuízo em virtude da manutenção da situação, que, como narrado na inicial da ação, já persevera há sete meses, sendo que o único elemento informativo colacionado com a propositura da demanda foi o registro de ocorrência policial, efetuado em 09.06.2011, em que apenas relatado que "a convivênci...
... teria condições de prestar-lhe eventual amparo, e considerando haver indicativos de que o bem im...
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APELAÇÃO CÍVEL. EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO DE ÓBITO. LEI DOS REGISTROS PÚBLICOS. COMPETÊNCIA RELATIVA. EXTINÇÃO DO PROCESSO, SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. DESCABIMENTO. 1. Reza o art. 109, §5º, da Lei nº 6.015/73 que cabe à parte optar onde propor a ação de registro civil, pois a competência territorial é relativa, inclusive nas questões relativas ao registro civil de pessoas naturais. 2. Se o laudo de DNA é conclusivo quanto à identidade do cadáver encontrado, então é viável o pedido de expedição da certidão de óbito, de forma a permitir que a pessoa possa ter um sepultamento digno e que a família possa buscar o amparo previdenciário de que necessita, regularizando o procedimento sucessório. 3. Mostra-se conveniente, no entanto, antes de se declarar o óbito, requisitar cópia do inquérito policia...
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PENHORA Bem de família - Ausência de comprovação Ônus da prova do devedor Sentença ratificada com amparo no art. 252 do Regimento Interno desta Corte Recurso não provido
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APELAÇÃO CÍVEL. EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO DE ÓBITO. LEI DOS REGISTROS PÚBLICOS. COMPETÊNCIA RELATIVA. EXTINÇÃO DO PROCESSO, SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. DESCABIMENTO. 1. Reza o art. 109, §5º, da Lei nº 6.015/73 que cabe à parte optar onde propor a ação de registro civil, pois a competência territorial é relativa, inclusive nas questões relativas ao registro civil de pessoas naturais. 2. Se o laudo de DNA é conclusivo quanto à identidade do cadáver encontrado, então é viável o pedido de expedição da certidão de óbito, de forma a permitir que a pessoa possa ter um sepultamento digno e que a família possa buscar o amparo previdenciário de que necessita, regularizando o procedimento sucessório. 3. Mostra-se conveniente, no entanto, antes de se declarar o óbito, requisitar cópia do inquérito policia...
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PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AMPARO ASSISTENCIAL. PESSOA IDOSA. LEI 8.742/93. ARTIGOS 1º E 8º DO DECRETO 6.214/2007. ARTIGO 20 DA LEI 8.742/93.
DEFERIMENTO NA VIA ADMINISTRATIVA APÓS O AJUIZAMENTO DA AÇÃO.
RECONHECIMENTO DO PEDIDO. DIFERENÇAS DEVIDAS A PARTIR DO AJUIZAMENTO DA AÇÃO ATÉ A IMPLANTAÇÃO EM SEDE ADMINISTRATIVA. CORREÇÃO MONETÁRIA. JUROS DE MORA. VERBA HONORÁRIA.
Considerando que o INSS, no curso desta ação, reconheceu a idade avançada da autora e a impossibilidade de prover a sua subsistência, nem de tê-la provida pela sua família e lhe deferiu o benefício de amparo assistencial ao idoso, não mais há controvérsia sobre o direito da autora ao benefício postulado.
A autora postulou a concessão de amparo assistencial desde o ajuizamento da ação. Como o INSS somente ...