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APELAÇÃO CÍVEL. NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS. AÇÃO REVISIONAL. CARTÃO DE CRÉDITO. 1. JUROS REMUNERATÓRIOS. Omissão no contrato da taxa pactuada. Limitação à taxa média de marcado para os contratos de cheque especial, salvo se a taxa cobrada for mais benéfica ao consumidor. 2. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. A capitalização de juros, em qualquer periodicidade, nas operações realizadas por instituições financeiras, somente é admissível com cláusula contratual expressa. 3. COMISSÃO DE PERMANÊNCIA. Ausência de previsão expressa no contrato. Ilicitude da cobrança. 4. IOF. LEGALIDADE DA COBRANÇA. 5. DESCARACTERIZAÇÃO DA MORA. Impõe-se descaracterizar a mora diante do reconhecimento da abusividade de encargos da normalidade. 6. TARIFA DE ABERTURA DE CRÉDITO (também denominada comissão de abertura de c...
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CHEQUE MARCADO NÃO SE CONFUNDE COM CHEQUE VISADO, ASSIM NA FORMA COMO NOS EFEITOS. A MARCAÇÃO VALE NOVAÇÃO; O VISAMENTO TEM CARÁTER PURAMENTE INFORMATIVO. RECURSO EXTRAORDINÁRIO ADMITIDO E PROVIDO, POR SEUS FUNDAMENTOS.
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CHEQUE VISADO. CHEQUE MARCADO. EFEITOS DIVERSOS. COSTUME COMERCIAL. 1) O USO DO CHEQUE VISADO, ADMITIDO POR ASSENTO COMERCIAL, REFORÇA O CRÉDITO DO BENEFICIARIO. NÃO EQUIPARA, EM SEUS EFEITOS, O CHEQUE VISADO AO CHEQUE MARCADO. 2) NA INSOLVENCIA DO BANCO SACADO, QUE VISOU O CHEQUE, PERMANECE INALTERADA A RESPONSABILIDADE DO EMITENTE EM FACE DO BENEFICIARIO. 3) EXAME DE PRECEDENTES: RE 22.796 (1953) E RE 37.587 (1958).
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...VI- nos cheques, como elemento de identificação do correntista. ...ARTIGO 829. Vencidos os prazos marcados para a entrega, a declaração só será recebida ...
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CHEQUE VISADO. CHEQUE MARCADO. EFEITOS DIVERSOS. COSTUME COMERCIAL. 1) OS ASSENTOS COMERCIAIS, QUE CONSAGRAM O USO DO CHEQUE VISADO, REFORÇAM O CRÉDITO DO BENEFICIARIO. 2) O CHEQUE VISADO NÃO SE EQUIPARA, EM SEUS EFEITOS, AO CHEQUE MARCADO. 3) NA INSOLVENCIA DO BANCO SACADO, QUE VISOU O CHEQUE, PERMANECE INALTERADA A RESPONSABILIDADE DO EMITENTE EM FACE DO BENEFICIARIO. 4) EXAME DE PROCEDENTES: RE 22 796 (1953), RE 37587 (1958) E RE 57 717 (1965).
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APELAÇÃO CÍVEL. DANOS MORAIS. CHEQUE PÓS-DATADO APRESENTADO ANTES DO PRAZO AVENÇADO. ENCAMINHAMENTO A PROTESTO. SUSTAÇÃO.
PRELIMINAR. DESERÇÃO. AFASTAMENTO. Não há falar em deserção do recurso interposto, porque o preparo fora levado a efeito em data idêntica à interposição do recurso via fax, restando, destarte, repelida a preliminar de não-conhecimento do apelo. MÉRITO. Muito embora inexista na legislação de regência atual a figura do cheque `marcado¿, tendo havido a emissão de cheques pós-datados visando a garantir pagamento futuro e relativo a compra e venda havida entre as partes, havendo o apelante os apresentado em datas flagrantemente anteriores, descumpriu cláusula contratual, daí advindo a culpa da empresa recorrente. Desse modo e valorando que os cheques foram devolvidos por...
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APELAÇÃO CÍVEL. DANOS MORAIS. CHEQUE PÓS-DATADO APRESENTADO ANTES DO PRAZO AVENÇADO. ENCAMINHAMENTO A PROTESTO. SUSTAÇÃO.
PRELIMINAR. DESERÇÃO. AFASTAMENTO. Não há falar em deserção do recurso interposto, porque o preparo fora levado a efeito em data idêntica à interposição do recurso via fax, restando, destarte, repelida a preliminar de não-conhecimento do apelo. MÉRITO. Muito embora inexista na legislação de regência atual a figura do cheque `marcado¿, tendo havido a emissão de cheques pós-datados visando a garantir pagamento futuro e relativo a compra e venda havida entre as partes, havendo o apelante os apresentado em datas flagrantemente anteriores, descumpriu cláusula contratual, daí advindo a culpa da empresa recorrente. Desse modo e valorando que os cheques foram devolvidos por...
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EMBARGOS DE DIVERGENCIA. ACÓRDÃO QUE ENTENDEU ADMISSIVEL CONTRA-ORDEM DO EMITENTE DE CHEQUE VISADO SOMENTE NOS CASOS PREVISTOS NA LEI CAMBIAL. INEXISTÊNCIA DE DISSIDIO COM ACÓRDÃO QUE AFIRMA NÃO EQUIPARAR-SE, O CHEQUE VISADO, AO CHEQUE MARCADO; OU QUE AFIRMAM A RESPONSABILIDADE DO EMITENTE DE CHEQUE VISADO QUANDO INSOLVENTE O BANCO QUE VISOU O CHEQUE, EMBARGOS DE DIVERGENCIA NÃO CONHECIDOS.
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HABEAS CORPUS. ESTELIONATO (ARTIGO 171 DO CÓDIGO PENAL). ALEGADA AUSÊNCIA DE OBTENÇÃO DE VANTAGEM INDEVIDA. APONTADA INEXISTÊNCIA DE DOLO DA PACIENTE. NECESSIDADE DE REVOLVIMENTO DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. IMPOSSIBILIDADE NA VIA ESTREITA DO REMÉDIO CONSTITUCIONAL. NÃO CONHECIMENTO DO WRIT.
No que diz respeito à aventada inexistência de obtenção de vantagem indevida e à indigitada ausência de dolo da paciente, o mandamus não pode ser conhecido, pois para se concluir que a vítima não teria sido prejudicada economicamente, e que a paciente não teria agido com a intenção de fraudá-la ou ludibriá-la, tal como sustentado na impetração, seria necessário aprofundado exame de elementos de prova, o que é vedado na via estreita do habeas corpus (Precedentes).
SENTENÇA CONDENATÓRIA E ACÓRDÃ...
..., e a segunda porque tinha um parto marcado para data próxima a da audiência -, foi ouvida u... documentoscópicos realizados em um dos cheques da vítima não concluírem que a paciente teria s...
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CHEQUE VISADO. I NÃO SE CONFUNDE O CHEQUE VISADO COM O MARCADO. II NO MARCADO, A DESIGNAÇÃO DE DATA ACEITA PELO SACADOR EXONERA O EMITENTE, AINDA QUE ENTRE EM RESPONSÁVEL O EMITENTE, AINDA QUE ENTRE EM CONCORDATA O BANCO QUE O VISOU.