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Prestação de serviços. Cobrança. Ação julgada procedente. Autora contratada pela ré para a criação de programa de televisão sobre educação sexual. Previsão contratual de vinte e sete capítulos. Programa que não obteve sucesso. Autora que se recusou a continuar na direção a partir do oitavo capítulo. Prova oral que não permite apurar que parte rompeu o contrato. Depoimentos conflitantes das testemunhas. Ausência de certeza sobre quem é a responsável pela suspensão dos serviços. Convicção que se volta contra autora que tem o ônus da prova. Apelação provida. Diante dos depoimentos conflitantes das testemunhas quanto à apuração da culpa pelo rompimento do contrato de prestação de serviços, eis que uma parte ampara a autora e outra prestigia a ré, não se pode apontar, com certeza, a responsá...
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. REGULAMENTAÇÃO. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não-guardião tem o direito de avistar-se com a filha, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita de abuso sexual não pode impedir o contato entre pai e filha, mas as visitas devem ser restringidas e devem ser realizadas mediante acompanhamento, devendo assim permanecer até que seja concluída a avaliação psicológica e investigação policial. Recurso desprovido. (Agravo de Instrumento Nº 70038165783, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 18/03/2011)
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. REGULAMENTAÇÃO. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não-guardião tem o direito de avistar-se com a filha, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita de abuso sexual não pode impedir o contato entre pai e filha, mas as visitas devem ser restringidas e devem ser realizadas mediante acompanhamento, devendo assim permanecer até que seja concluída a avaliação psicológica e investigação policial. Recurso desprovido. (Agravo de Instrumento Nº 70038165783, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 18/03/2011)
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. PEDIDO DE SUSPENSÃO. SUSPEITA DE ALIENAÇÃO PARENTAL. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não-guardião tem o direito de avistar-se com a filha, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita da ocorrência de abuso sexual não pode impedir o contato entre pai e filhos, mormente quando, depois da acusação feita pela genitora, ela entabulou acordo com o genitor ajustando regime de visitação flexível, não se verificando nenhum fato novo superveniente. 3. As visitas ficam mantidas conforme ajustado e devem assim permanecer até que seja concluído o estudo social, já determinado. Recurso desprovido. (Agravo de Instrumento Nº 70042216945, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiç...
HABEAS CORPUS. ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR CONTRA CRIANÇA DE 6 ANOS PRATICADO ANTES DA EDIÇÃO DA LEI 12.015/09. ALEGAÇÃO DE ILEGITIMIDADE DO MP COM BASE NA ANTIGA REDAÇÃO DO ART. 225 DO CPB QUE TINHA COMO REGRA A AÇÃO PENAL PRIVADA. AÇÃO PENAL PÚBLICA PREVISTA PARA A VÍTIMA HIPOSUFICIENTE. NORMA ANTERIOR À CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 QUE DESIGNOU ESPECIAL ATENÇÃO ÀS CRIANÇAS E AOS ADOLESCENTES. INCOMPATIBILIDADE DO ART. 225 DO CPB (ANTIGA REDAÇÃO) COM A ORDEM CONSTITUCIONAL VIGENTE. NÃO RECEPÇÃO, PELA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, DO ART. 225 DO CPB (ANTIGA REDAÇÃO). PARECER MINISTERIAL PELA DENEGAÇÃO DO WRIT. ORDEM DENEGADA. O art. 225 do CPB, em sua antiga redação, excepionava apenas dois casos em que seriam cabíveis a Ação Penal Pública para os crimes sexuais praticados contra vu...
... punibilidade dos crimes contra a liberdade sexual praticado contra menores a seus representantes leg... vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à...
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. PEDIDO DE SUSPENSÃO. SUSPEITA DE ALIENAÇÃO PARENTAL. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não-guardião tem o direito de avistar-se com a filha, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita da ocorrência de abuso sexual não pode impedir o contato entre pai e filhos, mormente quando, depois da acusação feita pela genitora, ela entabulou acordo com o genitor ajustando regime de visitação flexível, não se verificando nenhum fato novo superveniente. 3. As visitas ficam mantidas conforme ajustado e devem assim permanecer até que seja concluído o estudo social, já determinado. Recurso desprovido. (Agravo de Instrumento Nº 70042216945, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiç...
Administrativo. Professora de Geografia que passa a distribuir fasciculo sobre educacao sexual, numa atitude considerada impropia pela chefia e em desacordo com a politica pedagogica. Seu afastamento da funcao de regente de turma, com instauracao de sindicancia e inquerito administrativo. Ato editado dentro do poder discricionario da administracao, inexistindo ilegalidade ou abuso do poder. Sentenca reformada. (ETD)
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. REGULAMENTAÇÃO. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não-guardião tem o direito de avistar-se com o filho, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita de abuso sexual não pode impedir o contato entre pai e filho, mas as visitas devem ser restringidas e devem ser realizadas mediante acompanhamento profissional, devendo assim permanecer até que seja concluída a avaliação psicológica. Recurso desprovido. (Agravo de Instrumento Nº 70032215733, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 10/03/2010)
DIREITO DE VISITAS. PAI ACUSADO DE ABUSO SEXUAL. REGULAMENTAÇÃO. FÉRIAS DE VERÃO E FERIADO DE CARNAVAL. PERDA DO OBJETO. 1. Não merece ser conhecido o pedido do recorrente quanto ao direito de visitas nas férias de verão e feriado de carnaval do ano de 2010, diante do fato de já haver ultrapassado tal período, perdendo o objeto o recurso nessa parte. 2. Como decorrência do poder familiar, tem o pai não guardião o direito de avistar-se com as filhas, acompanhando-lhe a educação, estabelecendo com ela um vínculo afetivo saudável. 2. Embora tenha sido afastada a suspeita de abuso sexual, tendo o inquérito sido arquivado, descabe alterar o sistema de visitas até que sobrevenha o resultado da perícia psiquiátrica/psicológica das partes. Recurso conhecido em parte e desprovido. (Agravo de Ins...
DIREITO DE VISITAS. PAI. ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL. REGULAMENTAÇÃO. 1. Como decorrência do poder familiar, o pai não guardião tem o direito de avistar-se com o filho, acompanhando-lhe a educação, de forma a estabelecer com ele um vínculo afetivo saudável. 2. A mera suspeita de abuso sexual não pode impedir ou restringir o contato entre pai e filho, mormente quando essa suspeita não foi comprovada, após a realização de avaliação psicossocial. Recurso desprovido. (Apelação Cível Nº 70029323474, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 11/11/2009)
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