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RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. COMÉRCIO E EXPORTAÇÃO DE CALÇADOS.
A atuação empresarial na área de intermediação de negócios de importação e exportação de calçados, denominada de trading, não pode ser equiparada à industrial, que possui produtos próprios, parque fabril e estrutura administrativa e financeira de maior porte, além de grande número de empregados. Nesta hipótese não há a denominada terceirização, o que afasta a hipótese da Súmula 331 do TST e a responsabilização da empresa de trading pelos débitos trabalhistas assumidos pela indústria de calçados.
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MANDADO DE SEGURANÇA. PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. TERMO INICIAL DO PRAZO PRESCRICIONAL. INEQUÍVOCO CONHECIMENTO DOS FATOS PELA ADMINISTRAÇÃO, MAS NÃO PELA AUTORIDADE COMPETENTE PARA APURAR A INFRAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO PRAZO PRESCRICIONAL PREVISTO NO CPB, POR INEXISTÊNCIA DE AÇÃO PENAL E CONDENAÇÃO EM DESFAVOR DO IMPETRANTE. APLICAÇÃO DO PRAZO QUINQUENAL PREVISTO NA LEGISLAÇÃO ADMINISTRATIVA (ART. 142 DA LEI 8.112/90). INSTAURAÇÃO DE PAD. INTERRUPÇÃO DO PRAZO PRESCRICIONAL. REINÍCIO APÓS 140 DIAS.
TRANSCURSO DE MAIS DE 5 ANOS. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA.
ORDEM CONCEDIDA, EM CONSONÂNCIA COM O PARECER MINISTERIAL. VOTOS COM FUNDAMENTAÇÃO DIVERGENTE, MAS ACORDES NA CONCLUSÃO.
O excepcional poder-dever de a Administração aplicar sanção punitiva a seus Fun...
... investido de poder decisório na estrutura administrativa, ou seja, o integrante da hierarqui...
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Assessoramento Tecnico Em Desenvolvimento Institucional E Elaboracao Da Estrutura Administrativa
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DIREITO CIVIL, PROCESSUAL CIVIL E MERCADO DE CAPITAIS. CONTRATO DE CORRETAGEM. ALEGAÇÃO DE MÁ GESTÃO DOS RECURSOS EMPREGADOS PELO INVESTIDOR EM CORRETORA DE VALORES. PLEITO INDENIZATÓRIO DOS DANOS MATERIAIS E MORAIS. SENTENÇA DE PARCIAL PROCEDÊNCIA, DETERMINANDO A INDENIZAÇÃO DOS DANOS MATERIAIS NO VALOR DO DEPÓSITO REALIZADO. APELO DO AUTOR PERSEGUINDO A INDENIZAÇÃO DOS DANOS MORAIS E DA RÉ PUGNANDO PELO JULGAMENTO DE IMPROCEDÊNCIA DOS PEDIDOS. VIOLAÇÃO DO DEVER DE DILIGÊNCIA DA CORRETORA DE VALORES, A QUEM AS INSTRUÇÕES Nº 306/99 E 382/03 DA CVM ATRIBUEM O DEVER DE ZELAR PELOS RECURSOS DE SEUS INVESTIDORES E PRESTAR-LHES AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS À COMPREENSÃO DE SUAS APLICAÇÕES E DOS RESPECTIVOS RISCOS. SITUAÇÃO ONDE A CORRETORA MANTINHA CONTATO COMERCIAL COM PESSOA FÍSICA NÃO AUT...
... PARA A CORRETORA E SE VALIA DE SUA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA, DANDO AO INVESTIDOR A IMPRESSÃO...
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SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL. LOTAÇÃO NO POSTO DE SAÚDE MURIALDO. "PARCELA AUTÔNOMA DO SUS" INSTITUÍDA POR LEI DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE. PAGAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. A pretensão das apelantes, servidoras estaduais lotadas no Posto de Saúde Murialdo, localizado em Porto Alegre, de percepção de parcela salarial ("parcela autônoma - SUS") instituída pela Lei - POA nº 7.579/95, não pode ser acolhida, pois os entes federados possuem estrutura administrativa distinta, não sendo possível estender vantagem instituída por ente municipal para servidor vinculado ao Estado do Rio Grande do Sul, especialmente quando por legislação estadual já receberam a vantagem incorporada aos seus vencimentos. Precedentes jurisprudenciais. APELAÇÃO IMPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70023664832, Terceira Câmara Cível,...
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CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. Gerente de instituição financeira que operava em faixa própria, fora das normas de seu empregador;
responde este civilmente, se falhou no seu poder de fiscalização, permitindo que as operações mal sucedidas fossem montadas a partir de sua estrutura administrativa. Recurso especial não conhecido.
(REsp 868.000/RJ, Rel. Ministro CASTRO FILHO, Rel. p/ Acórdão Ministro ARI PARGENDLER, TERCEIRA TURMA, julgado em 18.09.2007, DJ 31.10.2007 p. 327)
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