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O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, acha que em relação aos recentes levantes da África o mundo deve primeiro comemorar o grande passo à frente em termos de liberdade, e só depois se preocupar com o impacto dos eventos na economia global.
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ATENAS. Representantes do Banco Central Europeu (BCE), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Comissão Europeia (CE) - a chamada troika - voltaram ontem a Atenas para retomar as negociações sobre o segundo programa de socorro à Grécia, de 130 bilhões. O ministro de Finanças, Evangelos Venizelos, que também se reuniu com Charles Dallara, do representante dos bancos Instituto Internacional de Finanças (IIF), disse que espera fechar um acordo de reestruturação da dívida até janeiro.
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Governo tentará reduzir déficit de quase 12% do PIB para menos de 3%
O novo governo da Irlanda disse que o pacote de socorro da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) - de 85 bilhões - para o país não foi suficiente para restaurar a confiança na economia e que há um crescente risco de que a dívida irlandesa se torne insustentável.
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MADRI e BRUXELAS. O Ministério da Economia espanhol anunciou ontem que uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegará à Espanha hoje para fazer uma avaliação do sistema financeiro do país para um informe anual sobre a estabilidade mundial. A preocupação com a exposição de bancos espanhóis ao setor imobiliário do país continua alta e é uma das maiores razões para a desconfiança de investidores em relação à Espanha e outras nações periféricas da zona do euro. Uma porta-voz do ministério negou que seja uma visita do FMI de caráter especial, como foi reportado por jornais locais.
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O presidente do Ban co Central do México, Agustín Carstens, não é carta fora do baralho na polarizada disputa com a ministra de Finanças da França, Christine Lagarde, pelo cargo de diretor-gerente do Fun do Monetário Internacional (FMI). O governo brasileiro ob serva a movimentação interna cional para, encerrado hoje o prazo de inscrição de candida turas, fazer as contas e ver se há apoio suficiente para que os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) embarquem na candidatura mexicana.
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O FMI alertou ontem para o perigo do superaquecimento da economia brasileira e da forte expansão dos gastos públicos no país.
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WASHINGTON. O Fundo Monetário In ternacional (FMI) divulga hoje um es tudo sobre controle de capitais cuja elaboração foi marcada por acirrados debates entre diretores da entidade. As discussões marcaram as diferentes po sições de países avançados e nações emergentes. Esses últimos consegui ram impedir a imposição de códigos de conduta para suas políticas econô micas. Para o FMI, o estudo representa uma iniciativa importante, que faz uma radiografia de experiências de controle de capitais. Mas, para alguns países, inclusive o Brasil, o FMI errou o foco. Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-exe cutivo para o Brasil e oito países da América Latina e do Caribe, disse, em caráter pessoal, que o documento é "tecnicamente fraco" e repleto de "pro blemas de análise"....
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A diretora-gerente do
Fundo Monetário Internacional
(FMI), Christine Lagarde, chega
hoje a Brasília para conversas
com a presidente Dilma Rousseff,
o ministro da Fazenda, Guido
Mantega, e o presidente do Ban-
co Central (BC), Alexandre Tom-
bini. A expectativa é que ela
venha discutir a importância de
os países se unirem para com-
bater a crise global, que aflige
principalmente a zona do euro.
Em outras palavras, o FMI vem
passar o pires. Ou seja, uma
situação completamente diferen-
te da que o Brasil enfrentou até o
fim dos anos 90, quando o país
recebia missões do Fundo para
fiscalizar suas contas.
Agora, o Brasil está disposto
a estender a mão à Europa,
desde que isso seja feito via
FMI e traga para o país mais
voz dentro da instituição.
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Os ministros de Finanças do G-20, grupo das maiores economias do mundo, se comprometeram a garantir que o Fundo Monetário Internacional (FMI) tenha os recursos para ajudar a estabilizar a economia mundial e fazer com que a Europa supere a crise. No comunicado do encontro encerrado ontem em Paris, o G-20 diz que, se necessário, o Fundo aumentará o volume de recursos para combater a crise - posição defendida por emergentes e refutada pelos EUA, que $ manter a pressão sobre os europeus para acabar com a crise. O G-20 pediu ao FMI que crie uma lista de ferramentas para impedir que países, como Itália e Espanha, entrem em crise com repercussão mundial.
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O ministro da Fa zenda, Guido Mantega, defendeu ontem que os países emergentes, especialmente os latino-america nos, tenham mais cargos de che fia dentro da estrutura do Fundo Monetário Internacional (FMI). Esta foi uma das exigências apre sentadas aos candidatos ao co mando do Fundo, como revelou o GLOBO na terça-feira. Em en trevista com o presidente do Banco Central mexicano e can didato ao comando do FMI, Agus tín Carstens, Mantega afirmou que essa é uma forma de os emergentes participarem mais diretamente das decisões.