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O estudo enfoca o problema do conhecimento, analisando-o através de dois pontos: o vínculo teorético do nível perceptivo e as suas conseqüências para a relação entre a tradição filosófica e a reflexão sobre a ciência. O primeiro ponto mostra a função original do corpo, retomando a fenomenologia de Merleau-Ponty; o segundo ponto destaca e desenvolve o sentido dessa reabilitação do corpo frente à teoria e prática da pesquisa científica. O resultado que se busca evidenciar é duplo: requalificar o peso teorético do corpo e, com ele, as noções filosóficas tradicionais, como aquelas de subjetividade e de fundamento; e justificar, a esse nível, a necessidade da interação entre a teoria filosófica e a teoria e prática científicas. Palavras- chave: Corpo. Conhecimento. Fenomenologia. Ontologia. ...
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O artigo aborda o debate travado entre Hans Kelsen e Carl Schmitt no âmbito da República de Weimar. Os constitucionalistas, usualmente, reduzem a polêmica Kelsen-Schmitt a uma querela acerca de quem deve ser o guardião da Constituição. Este artigo propõe a anterioridade dessa disputa. Para tanto, analisa a crítica que Schmitt ao conceito normativista de soberania, de Kelsen. Esse procedimento revela alguns traços inexplorados do decisionismo de Schmitt.
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Neste trabalho se pretende examinar, brevemente, o conceito de direito penal do inimigo, a fim de saber qual o seu significado para a teoria do direito penal e avaliar suas possíveis aplicações e implicações político-criminais. A tese que será adotada é a de que o conceito de direito penal do inimigo supõe um instrumento idôneo para descrever um determinado âmbito, de grande relevância política, do atual desenvolvimento dos ordenamentos jurídico-penais.
Palavras-chave: Direito penal do inimigo; Teoria do direito penal; Política criminal.
In this work it is intended to exam, briefly, the concept of criminal law for the enemy, in a way to know which is its meaning to the criminal law theory and evaluate its possible applications and implications political-crim...
... a 289; já a tradução para a língua italiana ficou a cargo de Federica Resta, publicada em DONI... político-criminal geral, isto é, sua genealogia. Finalmente, serão esboçadas as duas razões fun...
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Após uma temporada no Estado de Pernambuco, o pintor e ilustrador fluminense Carlos Chambelland (1884-1950), julgando ter ali encontrado a própria essência da cultura brasileira, começou a produzir uma série de quadros que figuravam os tipos humanos do sertão nordestino, os seus modos de vida e o seu ambiente. No presente artigo, procurando compreender melhor esses quadros ‘sertanejos’ de Chambelland, analisamos como eles dialogaram com as tendências regionalistas que marcaram as artes plásticas brasileiras desde meados do século XIX e se inseriram no debate mais amplo a respeito da identidade cultural brasileira, uma das preocupações proeminentes nos círculos intelectuais da Primeira República. Palavras-chave: Carlos Chambeland; Sertanejo; Identidade Cultural Brasileira; Pintura na...
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... Colégio Brasileiro de Genealogia (Rio de Janeiro - RJ) - Decreto n° 46.342, de 1.7... Sociedade Italiana de Beneficência e Mútuo Socorro (Rio de Janeiro ...
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O conto El Matadero de Esteban Echeverría (1805-1851) é um relato fundador que explicita as tensões vividas no território argentino no período do governo do caudilho Juan Manuel de Rosas. Ultrapassando as dicotomias entre federalistas e unitaristas, El Matadero é uma crítica à população de Buenos Aires que apoiava o governo do caudilho. Echeverría construiu uma metáfora do processo político daquele país e nos permite a leitura de um vazio civilizacional em sua descrição sobre os habitantes da cidade e, ao mesmo tempo, os paradoxos para que se pudesse atingir o projeto do grupo de liberais ilustrados portenhos. Palavras-chave: Echeverría; El Matadero; nação; Argentina.
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Foucault aborda a questão do sujeito de forma a problematizar as filosofias de estilo cartesiano, as ilusões das filosofias do sujeito. Nosso objetivo é mostrar os passos essenciais dessa crítica em sua obra, ressaltando três momentos, o da objetivação do sujeito, o da sujeição ao saber/poder normalizador, e o da subjetivação através de tecnologias do eu. Para tal procede arqueogenealogicamente, relacionando as práticas discursivas com as práticas não-discursivas, para chegar ao sujeito moderno e à sociedade disciplinar, controladora. Nesse sentido, as ciências humanas, especialmente a psicologia e a psicanálise, não libertam, pois também produzem verdade, não por razões epistemológicas nem ideológicas, mas por estratégias de saber/poder. Sua política da resistência concilia-s...
... de Heidegger 2 e, principalmente, a genealogia de Nietzsche. Da epistemologia francesa, ele retir... de France, reunidos numa edição italiana sob o título de Microfísica do Poder , Vigi...