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Líderes políticos concordam em cortar gastos mas divergem sobre salários
ATENAS e BERLIM.
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Porta-voz da oposição diz que premier perdeu confiança do povo
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FMI e UE exigem apoio de todos os partidos
ATENAS.
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Para economista, o maior risco para a recuperação econômica global hoje é o surgimento de uma nova Grécia
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Após 3 partidos fracassarem, presidente grego tenta hoje última cartada para formar coalizão
ATENAS
EVANGELOS VENIZELOS, líder do Pasok, deixa a sala após anunciar o fracasso das negociações: articulação de governo cabe agora ao presidente Karolos Papoulias
John Kolesidis/Reuters
O presidente Karolos Papoulias assume hoje a difícil - e quase impossível - tarefa de evitar que a Grécia seja obrigada a convocar novas eleições.
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ANGELA MERKEL tem razão para se opor ao lançamento imediato do bônus europeu, pois os juros dos títulos seriam maiores que os pagos hoje pela Alemanha e menores que os cobrados dos países inadimplentes ou quase isso (Grécia, Espanha, Itália etc.).
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As repetidas queixas do governo brasileiro sobre os juros muito baixos nos países desenvolvidos, a chamada guerra cambial que está por trás da excessiva valorização do real, não vão mudar as políticas expansionistas em curso em EUA e Europa, e o Brasil continuará atraindo capitais enquanto pagar juros altos e a economia continuar crescendo. A afirmação é do economista Paul Krugman, Prêmio Nobel de 2008. Falando em evento promovido pelo Sebrae, ontem, Krugman disse que o mercado hoje "ama muito o Brasil", como acontecia há uma década com Espanha, Grécia e Irlanda.
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A sensação de alívio com o acordo na Grécia não deve durar muito. Depois da comemoração, virão todas as dúvidas. As que explodem hoje nas ruas, com a greve geral de 48 horas convocada pelos sindicatos, e as que estão na cabeça das autoridades: os 40 bilhões de dívida grega que estão no balanço do Banco Central Europeu devem ser jogados a prejuízo?
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SÃO PAULO. As repetidas queixas do governo brasileiro sobre os juros muito baixos nos países desenvolvidos, a chamada guerra cambial que está por trás da excessiva valorização do real, não vão mudar as políticas expansionistas em curso em EUA e Europa, e o Brasil continuará atraindo capitais enquanto pagar juros altos e a economia continuar crescendo. A afirmação é do economista Paul Krugman, Prêmio Nobel de 2008. Falando em evento promovido pelo Sebrae, ontem, Krugman disse que o mercado hoje "ama muito o Brasil", como acontecia há uma década com Espanha, Grécia e Irlanda.
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Economista do banco afirma que chance de a Grécia sair do euro é de 75%
Fernanda Godoy
fgodoy@oglobo.
...Buiter diz que o risco-Grécia hoje não mais existe para os mercados, porque a exposi...