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Inicio comentando o estado de pobreza que assolava a humanidade no século XIX, onde também coloco diversas opiniões sobre Karl Marx. Destaco a situação de países subdesenvolvidos, com destaque a Che Guevara e a guerrilha na América Latina contra o imperialismo americano. É comentada a segregação racial dentro dos Estados Unidos e em nível internacional. Faço também uma análise dos crimes políticos e sua diferença com os crimes comuns. A guerrilha como um tipo de guerra do final do século XX. Cito a década de 70, do século XX, como o período de crescimento do terrorismo, da preocupação com seu combate e da proteção aos terroristas. Finalmente mostro em que momento histórico o Brasil recebeu o impacto do atentado em Nova York e o peso da participação americana nos fatos....
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Este artigo procura abordar dois aspectos das narrativas de viagens acerca de cidades muçulmanas que ao longo do século XIX se encontram em processos de ocidentalização. De um lado, a maior parte das narrativas é conduzida pela idéia de um progresso trazido pelo Ocidente, e pela imagem deste nas inovações urbanas pelas quais passam as cidades do Cairo e de Alexandria. Em outras narrativas, contudo, pode-se perceber, sobretudo no que diz respeito a Alexandria, o aparecimento, através de imagens de decadência e impureza, de uma decepção com os limites e falhas nos ideais de progresso ocidental.
Palavras-chave: Viajantes europeus, imperialismo,orientalismo, cidades muçulmanas.
This article focuses on the descriptions European travelers made about the transformations of the cit...
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Este Artigo inicia conceituando o novo Imperialismo como fenômeno econômico apoiado em duas teorias: a marxista e a liberal. Afirma que, até hoje, há os que defendem o entendimento de que Imperialismo e Imperialismo Econômico são sinônimos. Em seguida, aponta origens teóricas do Movimento, que se baseiam precipuamente nos princípios e nas doutrinas de Lênin, Karl Marx, Thomas Malthus, Stuart Mills, Hobson, Adam Smith dentre outros. O Trabalho se vale dessas teorias sobre Imperialismo para contestar a ingenuidade dos enfoques e as suas validades lógica e empírica. Conclui com o viés sociológico imprimido ao assunto pelo sociólogo Joseph Schumpeter.
Palavras-Chaves: Questão...
... o novo Imperialismo foi a idéia (do século XIX) da tendência decrescente, em longo prazo, da...
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Uma breve e superficial análise do ensino jurídico brasileiro já é suficiente para demonstrar a predominância do modelo positivista em nossos cursos jurídicos. A pureza metodológica apregoada, sobretudo, por Hans Kelsen, contribuiu para que o direito ficasse isolado durante décadas das demais áreas do conhecimento, mantendo-se indiferente ao fato de que as novas e complexas demandas sociais clamavam por respostas plurais, incompatíveis com aquele silogismo aristotélico defendido pelo positivismo jurídico clássico, que insistia em negar o caráter normativo dos princípios. Assim, nossos cursos jurídicos se prestavam a oferecer uma formação exacerbadamente legalista,...
... filosóficas e científicas do século XIX quanto outras do século XX. Na verdade, o sen... referido é o exemplo perfeito do imperialismo cultural do Ocidente, que impõe seu modelo educat...
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Partindo da premissa de que o lugar dos países no sistema capitalista não tem relação exclusiva com suas economias nacionais e a constituição de seus Estados pensados isoladamente, mas insere-se em uma macrodinâmica global que influi de maneira determinante no curso e no desenvolvimento específico das nações e de suas conformações econômicas, o presente artigo busca caracterizar o lugar que a China ocupa na economia-mundo wallersteiniana. Tal unidade interpretativa, desenvolvida teoricamente por Immanuel Wallerstein, objetiva analisar os desenvolvimentos fundamentais do capitalismo por meio da construção de uma teoria, de base marxista, sobre o sistema. Para atingir o objetivo proposto, o trabalho inicia-se com uma breve reconstrução das premissas que definem a economia-mundo wallerstin...
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..., mas quando se fixam os limites do imperialismo de mercado, que tem o poder de transformar todos o...No século XIX, aqueles que se preocupavam com a democracia a...
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O presente artigo propõe uma abordagem sobre o estudo da Antropologia Jurídica associado à perspectiva da descolonialidade com o objetivo de demonstrar como essa associação contribui para uma descolonialidade do poder e do saber no âmbito jurídico. A reflexão sobre a colonialidade se dá a partir do Pensamento Descolonial, o qual proporciona novas perspectivas para o mundo das ciências sociais e das humanas, configurando "outros lugares" para a produção de conhecimento. Por fim, apresenta uma análise da Antropologia Jurídica com a intenção de verificar como ela, associada aos estudos da descolonialidade, significa não somente uma ferramenta que possibilita a crítica dos discursos dominantes, mas também representa uma alternativa para falar sobre "mundos e conhecimentos de outra maneira"....
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A repressão do governo Vargas sobre populações de origem ítalogermânica residentes no Estado de Santa Catarina durante a Segunda Guerra Mundial, na contingência do alinhamento do país com os Estados Unidos e contra o Eixo, fez mover ações onde se percebe a intolerância da polícia política. Homens e mulheres foram violentados nos seus direitos mais elementares, como o de ir e vir, o de falar e se expressar, e uma parte confinada em campos de concentração, ou afastada do litoral. Este texto mostra formas de repressão no contexto do alinhamento aos Aliados, as formas de ação do Departamento de Ordem Política e Social e como foram experimentadas pela população. Palavras-chave: Segunda Guerra Mundial; Intolerância; Santa Catarina; Prisões políticas; Violência. The crackdown against t...
... própria: a partir de meados do século XIX e até a década de 1940, perto de cinco milh... do totalitarismo: antisemitismo, imperialismo, totalitarismo. 3. ed. São Paulo: Companhia das L...
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Origens do nacionalismo quimérico - 2. A particularidade brasileira e o fracasso do progresso humanizador - 3. A periferia e os novos desafios da transição socialista - Referências