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'Não há declínio americano'
SÃO PAULO.
... Estados Unidos não significa o fim do império americano, na visão do ex-embaixador do Brasil em...
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PENAL E PROCESSO PENAL. HABEAS CORPUS. OPERAÇÃO SATIAGRAHA.
PARTICIPAÇÃO IRREGULAR, INDUVIDOSAMENTE COMPROVADA, DE DEZENAS DE FUNCIONÁRIOS DA AGÊNCIA BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO (ABIN) E DE EX-SERVIDOR DO SNI, EM INVESTIGAÇÃO CONDUZIDA PELA POLÍCIA FEDERAL.
MANIFESTO ABUSO DE PODER. IMPOSSIBILIDADE DE CONSIDERAR-SE A ATUAÇÃO EFETIVADA COMO HIPÓTESE EXCEPCIONALÍSSIMA, CAPAZ DE PERMITIR COMPARTILHAMENTO DE DADOS ENTRE ÓRGÃOS INTEGRANTES DO SISTEMA BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA. INEXISTÊNCIA DE PRECEITO LEGAL AUTORIZANDO-A. PATENTE A OCORRÊNCIA DE INTROMISSÃO ESTATAL, ABUSIVA E ILEGAL NA ESFERA DA VIDA PRIVADA, NO CASO CONCRETO. VIOLAÇÕES DA HONRA, DA IMAGEM E DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. INDEVIDA OBTENÇÃO DE PROVA ILÍCITA, PORQUANTO COLHIDA EM DESCONFORMIDADE COM PRECEITO LEGAL. AUSÊNCIA ...
... esse tipo de discussão, pois fora do império da lei não existe democracia, e também não exis... COMPÕE O ÂBILL OF RIGHTSÂ" NORTE-AMERICANO (STF, HC 94.082-MC⁄RS, REL. MIN. CELSO DE MELLO,...
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'Não há declínio americano'
SÃO PAULO.
... Estados Unidos não significa o fim do império americano, na visão do ex-embaixador do Brasil em...
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Introdução - 2. O "aliado especial" - 3. As relações entre o Brasil e os Estados Unidos e a política de desenvolvimento ao final do Estado Novo (1943-1945) - 4. Considerações finais - Referências bibliográficas
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Apresenta-se uma leitura de A Trilogia de Nova York (1987), Leviatã (1992) e Desvarios no Brooklyn (2005), de Paul Auster, sob o prisma da articulação entre subjetividades e discursos, notadamente o literário e o historiográfico. O trabalho guiou-se pela observação da crítica engendrada pelo escritor no que tange ao mito da nação estadunidense, na perspectiva de que tal movimento ressoa críticas de outros escritores, sobretudo da própria literatura norte-americana, dos quais Auster apresenta-se como herdeiro genealógico. Ao revolver as entranhas históricas e discursivas sobre a “origem” da nação estadunidense, o escritor propõe reflexões sobre a questão da identidade nacional, sobretudo no que concerne aos símbolos e ao modo como as personagens lidam com as representações oficiais. Pala...
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Laura Cardoso de volta à família Silva
... discutem suas teorias sobre como o atual império americano entrará em colapso. Pobre Obama.. ...
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Este ensaio tem como objetivo promover uma discussão sobre a guerra na sociedade pós-moderna tendo como eixo teórico o conceito de espetáculo desenvolvido por Guy Debord em sua obra "A sociedade do espetáculo". Neste livro, o autor descreve a emergência e o desenvolvimento histórico de um estágio do capitalismo que se organiza em torno de novas formas de dominação onde as imagens e os signos passam a intermediar as relações sociais, transformando a realidade em espetáculo, ou falsa realidade. Neste trabalho, analisamos a guerra como instância desse mundo espetacularizado, tomando as duas "guerras do Golfo" (1991 e 2003) como objeto de análise.
Palavras-chave: Pós-mod...
... bem-sucedidos, explicou o general norte-americano Buster Glosson. Para o futuro, o objetivo é desen... de defesa, um plano de fortalecimento do império americano ao declarar que "Como questão de bom se...
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Gafes e frases controversas, a marca registrada de Evo Morales
... lutaram historicamente contra todos os impérios: o inglês, o romano, contra todos. Agora é a ho... de lutarmos contra outro império, o americano"...
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O presente artigo tenta analisar as implicações do conceito de “sociedade de risco”, relativamente a um dos pilares sobre os quais se funda o Estado moderno: a ideia de soberania. O desenvolvimento do Estado nacional e da sociedade industrial que lhe é subjacente provoca o surgimento da sociedade de riscos. Nesse tipo de sociedade, ao contrário da racionalidade controladora da sociedade industrial, afloram a incerteza, a ambivalência. No mundo do governo de riscos, a superação de antigos padrões comportamentais políticos e econômicos torna-se imperativa para a compreensão de uma nova modernidade. O antigo conceito de soberania não se coaduna com a correlação de forças det...
...Após a desintegração do Império Romano Ocidental, a Europa perde o centro de refer... A maior potência do mundo - o império americano - vê-se na iminência de construir uma nova “mu...
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Há meses, antes da onda de explosão de bueiros, contei aqui meu caso com a Light. Uma galeria na rua estava com a tampa de ferro solta e, além do barulho que fazia a cada carro que passava por cima, havia o risco de a peça ser lançada sobre a cabeça de alguém. Passei a telefonar para a companhia denunciando o perigo. Ligava, a atendente abria um "protocolo", prometia providências e informava que a reclamação estava sendo submetida a uma "análise técnica". No dia seguinte a cena se repetia. Isso durou quase uma semana. Até que um dia apareceu na rua um carro da Cedae e um morador resolveu fazer um pedido insólito: que um dos técnicos da companhia de água desse uma olhada no buraco da companhia de luz. O problema foi facilmente resolvido. Terminei minha crônica dando um conselho: "Quando...
...Quem diria que o futuro do império americano viria a ser comparado ao de uma "Repúbl...