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Intenção de compra de computadores portáteis deixa para trás os desktops.
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Origem: GnlinkIndice:Data de Publicacao: 13/04/2012Editoria: Segundo CadernoColuna: Caderno: Segundo CadernoPagina: 8Cliche: 1Observacao: Tipo: Titulo: Autor: Foto: Credito: Arte: Book: sc:Segundo Caderno
QUE IPHONE que nada.
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BANCO. ASSALTO A AGÊNCIA. DANO MORAL. Via de regra, a responsabilidade pelo que ocorre no ambiente de trabalho é do empregador, por ser o detentor da fonte de trabalho e quem assume os riscos do negócio. In casu, ainda que não se pudesse reputar como objetiva a responsabilidade patronal quanto ao assalto ocorrido na agência, a situação de grave risco a que a bancária foi exposta ocorreu por omissão do empregador, havendo nexo causal entre o evento danoso e a conduta omissiva do reclamado. Trata-se, no mínimo, de culpa "in vigilando", pois faltou o Réu com o dever de velar pela segurança interna, deixando de investir, de modo suficiente e eficaz, no sentido de inibir ações criminosas. Embora a violência esteja em toda parte, a concentração de grandes somas e o investimento insuficiente ...
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Com aplicações menos rentáveis, objetos de desejo ficam mais distantes para quem prefere comprar à vista a financiar
Lucianne Carneiro
lucianne.
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Cada vez mais caprichados, os catálogos das mostras de filmes chamam a atenção do público e viram objetos de desejo
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O automóvel é objeto de desejo, admiração, paixão, sonho, orgulho e realização que promove sentimentos como identificação, diferenciação, expressão e projeção de identidade. Baseado em teorias sobre o comportamento do consumidor, autoconceito (self-concept) e extensão de si nos objetos (extended self), esta pesquisa aborda, de forma qualitativa e exploratória, o comportamento do consumidor que personaliza seu automóvel. Inspirado no método netnográfico (KOZINETS, 1998; 2000), este artigo tem como objetivo explorar como as pessoas utilizam a personalização para constituir sua identidade social e, ainda, quais os fatores que desencadeiam o processo de personalização e como se relacionam com seu bem. O resultado observado foi que os automóveis, como objetos, podem literalmente estender a i...
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... 05/10, onde consta a apreensão dos bens, objetos da tentativa de subtração, bem como da arma util...ão de vivência infracional motivada pelo desejo de consumo de material imediato. Deste modo, viáv...
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DANO MORAL. DOENÇA EMOCIONAL. BANCÁRIO VÍTIMA DE ASSALTOS E SEQÜESTRO. DIREITO A INDENIZAÇÃO. A concentração de grandes somas e o baixo nível de investimento em equipamentos modernos e formação humana transformam os bancos num dos mais cobiçados objetos do desejo da criminalidade, tornando de elevado risco a atividade dos trabalhadores nos estabelecimentos financeiros. Nem se diga que banqueiros e bancários estariam em pé de igualdade, como vítimas da omissão do Estado no que concerne à segurança pública.As deficiências do Estado não eximem o Banco, enquanto empregador, de conferir segurança e qualidade ao ambiente de trabalho, até porque, da porta para dentro, por força de lei, a proteção se faz com pessoal diretamente contratado pela instituição financeira ou mediante terceirização l...
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APELAÇÃO CRIME. ROUBO MAJORADO.
INTEMPESTIVIDADE DO APELO DO RÉU FABRÍCIO. O réu Fabrício foi intimado pessoalmente da sentença condenatória em 08.08.2005 (fl. 195v), não expressando o seu desejo de recorrer. A Defensoria Pública, intimada em 08.09.2005, (fl. 211) devido à manifestação do co-réu Luciano de sua vontade de apelar (fl. 209v), não interpôs apelação, mas apresentou razões recursais, porém mais de vinte dias após a intimação, para os dois co-réus. Por esse motivo, não conheço do apelo quanto ao réu Fabrício, pois não está presente o pressuposto da tempestividade.
AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. Em que pese a negativa dos réus, a autoria e a materialidade do delito de roubo restaram sobejamente demonstradas pelo conjunto probatório produzido. A versão dos réus, alé...
... de lucro fácil ao retirarem os objetos das vítimas mediante grave ameaça e possuíam do...
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APELAÇÃO CRIME. TRÁFICO DE ENTORPECENTES. CONDENAÇÃO. DUPLA IRRESIGNAÇÃO.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS.
DESEJO DO RÉU DE NÃO RECORRER VERSUS DEFESA TÉCNICA QUE APRESENTA RECURSO. PREVALÊNCIA DESTE ÚLTIMO.
Ainda que o acusado tenha manifestado sua intenção de não querer apelar, seu defensor, em que pese a manifestação do réu, entendeu que deveria haver a apresentação de expressa inconformidade, devendo ser conhecida.
INCONFORMIDADE DEFENSIVA.
PRELIMINAR. ALEGAÇÃO DE INÉPCIA DA DENÚNCIA.
Na espécie, plenamente encampados os pressupostos do artigo 41 do Código de Processo Penal, que é o paradigma em se tratando dos requisitos a serem abarcados em uma denúncia.
Não se evidencia, e nem a parte recorrente conseguiu apontar com efetividade, qualquer eiva de nulidade em sede da peça incoativa, até...
..., visando, pois, a que fossem encontrados objetos subtraídos de terceiros. Os comentários também ...