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PENAL. PROCESSUAL PENAL. ART. 297 DO CP. MATERIALIDADE. COMPROVAÇÃO.
FALSIFICAÇÃO DE PASSAPORTE E VISTO CONSULAR. CONTRAFAÇÃO GROSSEIRA NÃO CONFIGURADA. APELOS NÃO PROVIDOS.
É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
..., com utilização de aparelhagem óptica e luz ultravioleta, cujo laudo técnico menciona a...
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FALSIFICAÇÃO DE PASSAPORTE E VISTO CONSULAR. CONTRAFAÇÃO GROSSEIRA NÃO CONFIGURADA. APELOS NÃO PROVIDOS.
É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
..., com utilização de aparelhagem óptica e luz ultravioleta, cujo laudo técnico menciona a...
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FALSIFICAÇÃO DE PASSAPORTE E VISTO CONSULAR. CONTRAFAÇÃO GROSSEIRA NÃO CONFIGURADA. APELOS NÃO PROVIDOS.
É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
..., com utilização de aparelhagem óptica e luz ultravioleta, cujo laudo técnico menciona a...
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É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
..., com utilização de aparelhagem óptica e luz ultravioleta, cujo laudo técnico menciona a...
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É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
..., com utilização de aparelhagem óptica e luz ultravioleta, cujo laudo técnico menciona a...
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FALSIFICAÇÃO DE PASSAPORTE E VISTO CONSULAR. CONTRAFAÇÃO GROSSEIRA NÃO CONFIGURADA. APELOS NÃO PROVIDOS.
É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
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É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
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É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
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É de rigor a manutenção da sentença que condenou os acusados como incursos nas penas previstas no art. 297 do CP, uma vez que, comprovada a materialidade, ficou demonstrado, pelo conteúdo probatório, que os recorrentes promoveram a falsificação do passaporte e do visto consular em questão para que terceiro emigrasse para os Estados Unidos.
Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
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Não há que se falar em falsificação grosseira se o falsum é capaz de enganar o homem comum.
Apelos não providos.
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