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APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PÚBLICO NÃO ESPECIFICADO. FORNECIMENTO DE UTI NEONATAL PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE PARTO PREMATURO. PERDA DO OBJETO. INOCORRÊNCIA. O fornecimento de UTI NEONATAL foi realizado no curso da demanda, em razão do deferimento da liminar, não ocorrendo a perda do objeto. PRELIMINAR DE OFÍCIO REJEITADA, POR MAIORIA. VOTO VENCIDO DO RELATOR. MÉRITO. IRREPETIBILIDADE DO PROVIMENTO. IMPOSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO FÁTICA. POR MAIORIA, REJEITADA A PRELIMINAR, VENCIDO O RELATOR; POR UNANIMIDADE, DESPROVIDA A APELAÇÃO. (Apelação Cível Nº 70040846727, Primeira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luiz Felipe Silveira Difini, Julgado em 25/05/2011)
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GESTANTE. JUSTA CAUSA. PERÍODO DE GARANTIA NO EMPREGO. Caso em que restou demonstrado que as faltas ao trabalho foram em decorrência das complicações do estado gestacional da empregada, a qual, inclusive, teve parto prematuro. Afastada a justa causa imputada a reclamante, esta faz jus aos salários do período de garantia no emprego.
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Urgência: Casos resultantes de acidentes pessoais ou de complicações durante a gravidez e que necessitam de atenção imediata. O parto prematuro é considerado urgência.
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APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. FÁBRICA DE REFRIGERANTES. VIZINHOS. POLUIÇÃO SONORA E AMBIENTAL. INEGÁVEL EXCESSO DE EMISSÃO DE GASES POLUENTES. FATO NOTÓRIO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. LEI 6.938/81. PARTO PREMATURO E FALECIMENTO DO FILHO DOS AUTORES. AUSENTE NEXO CAUSAL. CONCAUSA NÃO DEMONSTRADA. JUÍZO DE IMPROCEDÊNCIA MANTIDO.
Em que pese o inegável alto grau de poluição produzido pela fábrica de refrigerantes demandada, não se observa nexo causal entre tal conduta e o dano sofrido pelos apelantes com o parto prematuro e subsequente falecimento do filho.
Negado provimento ao apelo. Unânime. (Apelação Cível Nº 70023803083, Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Artur Arnildo Ludwig, Julgado em 26/11/2009)
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PLANO DE SAÚDE - Ação declaratória de nulidade de duplicata mercantil, cumulada com cancelamento de protesto e indenização por danos morais - Parto da filha da autora, beneficiária de seu plano de saúde - Plano de saúde sem cobertura obstétrica - Contratação de serviços do parto diretamente com o hospital - Cobertura de internação antes do parto, em caráter de urgência, decorrente de complicações no processo gestacional, é de responsabilidade do plano de saúde - Parto prematuro - Necessidade de internação da recém-nascida em UTI neonatal - Contrato celebrado com o hospital só dá direito à cobertura do parto, em padrões normais de atendimento, por até três dias de internação no hospital - Internação da recém-nascida decorrente de problemas respiratórios, em virtude do parto prematuro - R...
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CIVIL. PROCESSO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. INDENIZAÇÃO. DANO MORAL.
CEGUEIRA DECORRENTE DE PARTO PREMATURO. DENUNCIAÇÃO A LIDE.
INOCORRÊNCIA. COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA. VIOLAÇÃO DO ART. 458, II, DO CPC. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 282/STF. VIOLAÇÃO A MATÉRIA CONSTITUCIONAL. IMPOSSIBILIDADE. FIXAÇÃO EM PATAMAR EXCESSIVO. REDUÇÃO. POSSIBILIDADE.
É pacífico nesta Corte que, não há falar-se em denunciação à lide que possa alterar a discussão original principal, notadamente quando, por isso, possa causar retardo na prestação jurisdicional almejada pelo autor.
Para que se concretize a coisa julgada, é necessário que exista a perfeita identidade de três elementos, quais sejam, as partes, do pedido e da causa de pedir. In casu, só existe identidade quanto às partes e à causa d...
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PLANO DE SAÚDE Cobertura Parto prematuro ? Carência de 300 dias Impossibilidade Caso de urgência/emergência reconhecido Enfermidade não impugnada Imprevisibilidade das complicações havidas na gestação Cláusula limitativa da cobertura considerada abusiva Precedentes Recurso não provido.
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Ação de cobrança de despesas decorrentes de internação hospitalar para realização de parto - Contrato de prestação de serviços médico-hospitalares, discutindo-se, na lide secundária, se o parto prematuro por cesariana estava dispensado, ou não, do período de carência - Mesmo anteriormente à Lei n.°9.656/98, já era abusiva cláusula de carência em caso de urgência e/ou de emergência,
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PLANO DE SAÚDE - Cobertura - Parto prematuro Período de carência Caracterização de urgência reconhecida - imprevisibilidade das complicações havidas na gestação Aplicação dos arts. 12, V, ?c? e 35-C, II da Lei 9.656/98 - Precedentes - Recurso não provido.
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APELAÇÃO CÍVEL. ECA. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. LEGITIMIDADE PASSIVA. SOLIDARIEDADE ENTRE OS ENTES ESTATAIS. DIREITO Á SAÚDE. SEPARAÇÃO DE PODERES. PRINCÍPIO DA RESERVA DO POSSÍVEL. CUSTAS JUDICIAIS. Caso. Fornecimento de TRANSFERÊNCIA e INTERNAÇÃO EM UTI NEONATAL, enquanto perdurar a patologia. Paciente em TRABALHO DE PARTO PREMATURO, conforme laudo médico. Legitimidade passiva e Solidariedade. Os entes estatais são solidariamente responsáveis pelo atendimento do direito fundamental ao direito à saúde, não havendo razão para cogitar em ilegitimidade passiva ou em obrigação exclusiva de um deles. Nem mesmo se o remédio, substância ou tratamento postulado não se encontre na respectiva lista, ou se encontra na lista do outro ente. Direito à Saúde, Separação de Poderes e Princípio da Res...