Passar em julgado

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  • APELAÇÃO CÍVEL. PROMESSA DE COMPRA E VENDA. BENS MÓVEIS E IMÓVEL. NULIDADE E ANULABILIDADE CONTRATUAL. ERRO. SIMULAÇÃO. INOCORRÊNCIA. ALEGAÇÃO DE IMPOSSIBILIDADE DE CUMPRIMENTO DAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS. ÔNUS DA PROVA. INCUMBÊNCIA DOS AUTORES. ARTIGO 333, I, DO CPC. Sendo elementar que o ônus da ação é da parte demandante, cumpre a esta a prova dos fatos afirmados (artigo 333, I, CPC). Não tendo se desincumbido deste ônus, nada autoriza um juízo de procedência. MULTA. ARTIGO 475-J DO CPC. A multa prevista no artigo 475-J do CPC deve passar a correr a contar transitada em julgado a sentença, ou seja, a contar do trânsito passe a correr o lapso temporal de 15 dias para que o devedor efetue o pagamento de forma espontânea. LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. INOCORRÊNCIA. Não caracteriza má-fé a incorre...

  • HABILITAÇÃO DE CESSIONÁRIO EM INVENTÁRIO. IMÓVEL OBJETO DE CESSÃO DE DIREITOS HEREDITÁRIOS. O recorrente promoveu a presente ação de habilitação, com o fim de ver adjudicado em seu favor imóvel que fora objeto de cessão de direitos hereditários. A sentença indeferiu a petição inicial, ao argumento de que a partilha já foi julgada. A habilitação nos autos do inventário é o procedimento adequado para um cessionário de direitos hereditários se submeter aos efeitos da partilha, ali requerendo o seu pedido de adjudicação. A partilha foi, de fato, homologada. Todavia, seus efeitos recaíram sobre o esboço inicialmente apresentado, em que não consta o imóvel objeto da escritura pública de cessão de direitos hereditários em que figura como cessionário o ora Apelante. Isso porque a meeira/inven...

    ...1.028 do CPC, a partilha, ainda depois de passar em julgado a sentença, pode ser emendada nos me...

  • ... pela imprensa; mas, logo que passe em julgado, proceder-se-á à abertura do testamento, se houv... o inventário até trinta dias depois de passar em julgado a sentença que mandar abrir a sucessã...

  • HABEAS CORPUS. DIREITO PENAL. LIVRAMENTO CONDICIONAL. NOVO CRIME. PRISÃO DO CONDENADO. PERÍODO DE PROVA. INTERRUPÇÃO. REVOGAÇÃO DO BENEFÍCIO. LEGALIDADE. A interrupção do livramento condicional ou, em outros termos, do período de prova, em razão da prisão em flagrante do condenado pela prática de novo crime, que assim permaneceu durante todo o processo, em que tem lugar a nova condenação e também após o seu trânsito em julgado, exclui a incidência das normas dos artigos 145 da Lei de Execução Penal e 90 do Código Penal que pressupõem, respectivamente, o exaurimento e o curso do período de prova e determina a incidência da norma do artigo 89 do Código Penal (O juiz não poderá declarar extinta a pena, enquanto não passar em julgado a sentença em processo a que responde o liberado, p...

  • PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO DOS ARTS. º DO DECRETO-LEI Nº 4.597/1942 E 32 E 168 DO CTN. NÃO CONFIGURADA. IPTU. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. PRESCRIÇÃO. NÃO INCIDÊNCIA. A decisão definitiva do processo administrativo ou a decisão irrecorrível do processo judicial geram o direito à restituição do contribuinte, que o exerce por meio da ação de repetição de indébito tributário. A concessão de mandado de segurança, que anula lançamento tributário, deflagra novo termo inicial para a contagem do prazo prescricional para o ajuizamento da ação de repetição de indébito, nos termos do art. 168, II do CTN. Estabeleceu a regra de repetição de indébito que: "Art. 165. O sujeito passivo tem direito, independentemente de prévio protesto, à restituição total ou...

    ... definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado...

  • Livramento condicional - Extinção da punibilidade. Quando a causa de revogação do benefício é a prática de crime cometido na vigência do livramento, o juiz não poderá declarar extinta a pena enquanto não passar em julgado a sentença referente a esse processo. Nessa hipótese, há prorrogação automática do prazo, independentemente de declaração nos autos pelo juiz, pois, de outro modo, não teria sentido a regra estabelecida no art. 146 da LEP.

  • APELAÇÕES CÍVEIS. SEGUROS. SEGURO HABITACIONAL. SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. PRAZO PRESCRICIONAL VINTENÁRIO. TERMO INICIAL DA CONTAGEM DO PRAZO PRESCRICIONAL. MÉRITO: INDENIZAÇÃO DEVIDA. DANOS MORAIS AFASTADO. MULTA DECENDIAL DEVIDA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS MAJORADOS. Competência Da Justiça Estadual. Compete à Justiça Estadual processar e julgar as ações nas quais se discute acerca da responsabilidade indenizatória decorrente do seguro adjeto a contrato de mútuo hipotecário. Caráter eminentemente privado dos recursos que compõem o fundo FESA, o qual é o garantidor da indenização. Eventual solidariedade entre FCVS e FESA (ou entre CEF/UNIÃO e Seguradora privada), no pagamento da indenização securitária, não resulta na ...

    ...177 do Código Civil de 1916, razão de passar a adotar esse entendimento. Diante da impossibilid...Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 06.04.2000, DJ 01.08.2000 p. 217). No que diz r...

  • ... de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em ...Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado sentença que houver absolvido o acusad...

  • RECURSO EM HABEAS CORPUS. DIREITO PENAL. LIVRAMENTO CONDICIONAL. NOVO CRIME. PRISÃO DO CONDENADO. PERÍODO DE PROVA. INTERRUPÇÃO. REVOGAÇÃO DO BENEFÍCIO. LEGALIDADE. A interrupção do livramento condicional ou, em outros termos, do período de prova, em razão da prisão em flagrante do condenado pela prática de novo crime, que assim permaneceu durante todo o processo, em que tem lugar a nova condenação e também após o seu trânsito em julgado, exclui a incidência das normas dos artigos 145 da Lei de Execução Penal e 90 do Código Penal que pressupõem, respectivamente, o exaurimento e o curso do período de prova e determina a incidência da norma do artigo 89 do Código Penal (O juiz não poderá declarar extinta a pena, enquanto não passar em julgado a sentença em processo a que responde o ...

  • HABEAS CORPUS. DIREITO PENAL. LIVRAMENTO CONDICIONAL. NOVO CRIME. PRISÃO DO CONDENADO. PERÍODO DE PROVA. INTERRUPÇÃO. REVOGAÇÃO DO BENEFÍCIO. LEGALIDADE. A interrupção do livramento condicional ou, em outros termos, do período de prova, em razão da prisão em flagrante do condenado pela prática de novo crime, que assim permaneceu durante todo o processo, em que tem lugar a nova condenação e também após o seu trânsito em julgado, exclui a incidência das normas dos artigos 145 da Lei de Execução Penal e 90 do Código Penal que pressupõem, respectivamente, o exaurimento e o curso do período de prova e determina a incidência da norma do artigo 89 do Código Penal (O juiz não poderá declarar extinta a pena, enquanto não passar em julgado a sentença em processo a que responde o liberado, p...



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