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APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. CÉDULA DE PRODUTOR RURAL. TERMO DE ADITIVO CONTRATUAL. LIQUIDEZ DO TÍTULO. A cédula de produtor rural, somada ao termo de aditivo ao contrato, assinados ambos os documentos por duas testemunhas, é título executivo extrajudicial, nos termos do art. 585, inciso II, do Código de Processo Civil. Estando presente a liquidez da obrigação, porquanto o valor devido consta devidamente do termo de aditivo contratual, não há óbice ao prosseguimento da ação de execução. Nos termos do artigo 71 do Decreto-Lei n.º167/67, viável a fixação de multa moratória em 10%, nas cédulas de produtor rural. Apelos desprovidos. (Apelação Cível Nº 70036409142, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do ...
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ACORDO JUDICIAL. TOMADOR DO SERVIÇO. PRODUTOR RURAL PESSOA FÍSICA. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE O VALOR PAGO AO PRESTADOR DE TRABALHO CONTRIBUINTE INDIVIDUAL. INDEVIDA. A contribuição previdenciária do produtor rural pessoa física está definida no art. 25, I, da Lei 8.212/91, cuja base de cálculo é a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nada sendo devido de contribuição do tomador dos serviços sobre os valores pagos ao trabalhador rural autônomo.
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APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO TRIBUTÁRIO E FISCAL. MANDADO DE SEGURANÇA. INSCRIÇÃO DE PRODUTOR RURAL JUNTO À SEFAZ/RS. EXISTÊNCIA DE DOIS OUTROS PRODUTORES INSCRITOS NA MESMA ÁREA DE TERRA. AUSÊNCIA, NO CASO, DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO.
APELAÇÃO IMPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70016442675, Primeira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luiz Felipe Silveira Difini, Julgado em 13/12/2006)
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DECISÃO MONOCRÁTICA. AÇÃO ORDINÁRIA DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. PEDIDO DE GRATUIDADE DA JUSTIÇA. CONCESSÃO.
Por se tratar de instituto que diz com o direito de acesso ao Judiciário, suficiente é a afirmação da necessidade, nos termos do art. 4º da Lei 1.060/50. Não há confundir gratuidade da justiça com assistência judiciária gratuita, esta prestada pelo Estado mediante a prova da necessidade. Produtor rural.
AGRAVO DE INSTRUMENTO MONOCRATICAMENTE PROVIDO. (Agravo de Instrumento Nº 70035301894, Décima Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Francisco Pellegrini, Julgado em 24/03/2010)
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APELAÇÃO CÍVEL. IMÓVEL EM ÁREA RURAL. COBRANÇA DE IPTU. A PREVALÊNCIA DA DESTINAÇÃO ECONÔMICA SOBRE A LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA TORNA POSSÍVEL A COBRANÇA DE IPTU DE IMÓVEL EM ÁREA RURAL, ASSIM COMO DE ITR DE IMÓVEL EM ÁREA URBANA. TODAVIA, QUANDO HÁ ESSA INVERSÃO, COMPETE AO PODER TRIBUTANTE O ÔNUS DE DESFAZER A PRESUNÇÃO, V.G., DE QUE O IMÓVEL RURAL NÃO TEM DESTINAÇÃO ECONÔMICA TÍPICA, E SIM URBANA, O QUE NÃO OCORREU NO CASO CONCRETO. ADEMAIS, O PROPRIETÁRIO VEM PAGANDO ITR E DISPÕE DE NOTA DE PRODUTOR RURAL.
APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70025651944, Primeira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Irineu Mariani, Julgado em 08/10/2008)
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APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. DIREITO TRIBUTÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. INSCRIÇÃO JUNTO AO CADASTRO GERAL DE CONTRIBUINTES DE TRIBUTOS ESTADUAIS - CGC/TE VEDADA EM RAZÃO DO IMPETRANTE SER SÓCIO DE EMPRESA COM INSCRIÇÃO ESTADUAL BAIXADA DE OFÍCIO. ILEGALIDADE. Trata-se de mandado de segurança no qual o impetrante visa o deferimento da sua inscrição estadual de produtor rural, que lhe foi negada em razão de ser sócio de empresa com inscrição estadual baixada de ofício, tendo sido concedida a segurança pleiteada na origem. Mostra-se ilegal e abusivo condicionar a autorização para a inscrição estadual do impetrante como produtor rural à regularização de pendências fiscais de empresa da qual é sócio, a uma porque tal atitude consiste em meio coercitivo para forçar o contribuinte a pag...
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CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. ACORDO. PRODUTOR RURAL. PESSOA FÍSICA. Nos casos de prestação de serviço rural entre pessoas físicas, a incidência previdenciária se opera de acordo com a receita bruta proveniente da comercialização da sua produção, e não em razão dos valores pagos a título de remuneração por serviços prestados. Recurso desprovido.
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APELAÇÃO CÍVEL. SEGURO. CÉDULA DE PRODUTOR RURAL. PRELIMINARES REJEITADAS. AGRAVO RETIDO. PRESCRIÇÃO ÂNUA. AFASTADA. INDENIZAÇÃO DEVIDA. DENUNCIAÇÃO À LIDE MANTIDA. O autor é parte legítima para garantir o seu direito de ser ressarcido quanto aos valores decorrentes dos contratos firmados entre as partes. O contrato de seguro, ora debatido, garante a instituição bancária em caso de ocorrência de sinistro na lavoura. O prazo prescricional aplicável, ao caso em tela, é o anual previsto no art. 206, § 1º, inciso II, da legislação civil vigente, haja vista a relação securitária firmada entre segurado e segurador. Não há notificação por parte da seguradora em relação à negativa de indenização, razão pela qual o direito do autor não prescreveu. Inteligência da Súmula 229 do STJ. As perdas oco...
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INEXIGIBILIDADE DE CÉDULA DE PRODUTOR RURAL (CPR). TÍTULO DE CRÉDITO. ENDOSSO. ALEGAÇÃO DE DOLO. ÔNUS DA PROVA. INCIDÊNCIA DO ARTIGO 333, I, DO CPC. Estado formalmente perfeita a Cédula de Produtor Rural (CPR), a discussão da causa debendi, somente se admite em casos excepcionais de vício de vontade, pois se trata de título de crédito. A autora não se desincumbiu do ônus da prova do fato constitutivo de seu direito (art. 333, I, CPC), tornando insuscetível de reforma a decisão de primeiro grau, notadamente quando se sabe que não basta a mera presunção através de indícios, ilações ou simples suspeitas. A prova, para o sucesso da demanda, tem que ser escorreita, forte e convincente em prol daquilo que se assevera na inicial. Tratando-se a CPR de título de crédito, o seu endosso prescinde ...
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APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. AÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO CUMULADA COM DANOS MORAIS E LUCROS CESSANTES. CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE FUMO EM FOLHA. ABUSIVIDADE NÃO COMPROVADA. Trata-se de ação de rescisão de contrato cumulada com danos morais e lucros cessantes, relativamente a três contratos de compra e venda de fumo em folha referente às safras de 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006, assim como um contrato de mútuo com garantia no valor de R$ 7.200,00 (...) para construção de um galpão de fumo, julgada improcedente no 1º Grau. O contrato de compra e venda de fumo em folha, é aquele pelo qual a apelada fornece a apelante, produtor rural, insumos agrícolas necessários ao cultivo de fumo e, em contrapartida, o agricultor compromete-se a vender, única e integralmente à ...