-
DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. AÇÂO DECLARATÓRIA C/C CANCELAMENTO DO PROTESTO. CHEQUE PRESCRITO. PROTESTO FACULTATIVO. O protesto facultativo possui caráter meramente informativo e de publicidade, permitindo-se o aponte do título, independente do prazo na lei cheque, que se refere ao protesto obrigatório. Inviável o cancelamento do protesto, uma vez que este foi efetuado de forma regular. RECURSO ADESIVO. INSURGÊNCIA QUANTO AO DEFERIMENTO AJG. Para a concessão da gratuidade da justiça basta a simples afirmativa de necessidade e a inexistência de elementos que a desautorize, razão pela qual a parte faz jus ao benefício. Negaram provimento aos recursos. (Apelação Cível Nº 70036007136, Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Artur Arnildo Ludwig, Julgado em 09/12/2010)...
-
INTERVALO INTRAJORNADA. CONCESSÃO PARCIAL PELO EMPREGADOR. DEVIDO O TEMPO DO INTERVALO DIÁRIO NÃO CONCEDIDO, ACRESCIDO DO ADICIONAL DE 50% PREVISTO EM LEI. A ficção positivada na Lei 8.923/94, que acrescentou o § 4º ao art. 71 da CLT, assegura ao trabalhador o direito de ter remunerado na forma da lei, à verossimilhança com o trabalho extraordinário, o tempo faltante do intervalo diário obrigatório não concedido pelo empregador.
PROTESTO INTERRUPTIVO DA PRESCRIÇÃO AJUIZADO PELO SINDICATO. EFICÁCIA. A alteração salarial lesiva ao trabalhador, praticada pelo empregador, não atinge somente o trabalhador individualmente considerado, mas a toda a categoria profissional e ao seu sindicato, nos mais diversos aspectos. Neste sentido, a substituição processual compreende os interesses individua...
-
APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO ESPECIFICADO. DUPLICATA. ACEITE PRESUMIDO. PROTESTO POR INDICAÇÃO. A duplicata é título de aceite obrigatório, todavia a remessa da cártula para que seja efetivada a anuência do devedor não é ato necessário, porquanto é possível que o aceite se dê de forma presumida, desde que comprovado o recebimento das mercadorias e inexistindo causa legal motivadora da recusa, sendo viável, ainda, o protesto por indicação, servindo, inclusive, para instruir eventual demanda executiva. APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70037873825, Décima Primeira Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Bayard Ney de Freitas Barcellos, Julgado em 23/11/2011)
-
PROTESTO - PRESCRIÇÃO - POSSIBILIDADE DE EXERCER O PROTESTO FACULTATIVO QUE NÃO SE CONFUNDE COM O PROTESTO OBRIGATÓRIO - INEXISTÊNCIA DE ATO ILÍCITO.
-
AÇÃO MONITÓRIA. CHEQUES PRESCRITOS. JUROS DE MORA QUE DEVEM INCIDIR A PARTIR DA DATA DO REGISTRO DO PROTESTO, MOMENTO NO QUAL A DEVEDORA CONSTITUIU-SE EM MORA. O MONTANTE GASTO COM A EFETIVAÇÃO DO PROTESTO, TAMBÉM DEVE SER SUPORTADO PELA RÉ, PORQUANTO FOI QUEM A ELES DEU CAUSA. É VERDADE QUE NÃO SE TRATA DE PROTESTO OBRIGATÓRIO, ENTRETANTO TAL FATO NÃO RETIRA A SUA LEGITIMIDADE. É PROCEDIMENTO AUTORIZADO POR LEI E COLOCADO À DISPOSIÇÃO DO CREDOR, QUE PODE, INCLUSIVE, EVITAR O AJUIZAMENTO DE DEMANDAS JUDICIAIS.
APELAÇÃO IMPROVIDA. (Apelação Cível Nº 70031887078, Décima Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Elaine Harzheim Macedo, Julgado em 24/09/2009)
-
APELAÇÃO CRIMINAL - TRIBUNAL DO JÚRI - TRIPLO HOMICÍDIO DUPLAMENTE QUALIFICADO - NULIDADE DO JULGAMENTO - QUEBRA DO SIGILO DAS VOTAÇÕES - NÃO OCORRÊNCIA - SUPRESSÃO DE QUESITO OBRIGATÓRIO - ATENUANTES - INEXISTÊNCIA DE PROTESTO EM ATA - ALTERAÇÕES DO CPP - PRELIMINARES REJEITADAS - MÉRITO - CASSAÇÃO DO VEREDICTO - IMPOSSIBILIDADE - NEGATIVA DE AUTORIA - EXISTÊNCIA DA VERSÃO ACOLHIDA PELOS JURADOS - RECURSO MINISTERIAL - MAJORAÇÃO DAS SANÇÕES - IMPOSSIBILIDADE - OBSERVÂNCIA DAS DIRETRIZES DO ART. 59 DO CP - RECURSOS CONHECIDOS E DESPROVIDOS, REJEITADAS AS PRELIMINARES DE NULIDADE.
-
CANCELAMENTO/SUSPENSÃO DOS EFEITOS DE PROTESTO. ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. VEROSSIMILHANÇA. AUSÊNCIA. À concessão da tutela antecipada, obrigatório apresente o postulante prova inequívoca da sua afirmação, pressuposto comum, somado a um dos requisitos específicos - art. 273 e incisos do CPC. Na ausência de quaisquer desses, não é de se conceder a tutela antecipatória, sob pena de decisão contra legem. Protesto regular. Cancelamento provisório ou suspensão de seus efeitos: medida vedada - arts. 30 e 34 da Lei n.º 9.492/1997. Possibilidade de averbação, junto ao registro do Tabelionato, da existência de questionamento judicial quanto à regularidade do título de crédito protestado. NEGADO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA. (Agravo de Instrumento Nº 70044679231, Décima Câ...
-
DANO MORAL. PROTESTO INDEVIDO. DUPLICIDADE DE NEGOCIAÇÃO DE DUPLICATAS. VALOR. ILEGITIMIDADE ATIVA E PASSIVA. DENUNCIAÇÃO DA LIDE. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. 1- A sentença reconheceu a ilegitimidade ativa do co-autor (pessoa natural), condenou a empresa sacadora da duplicata no pagamento de indenização por danos morais à co-autora (pessoa juridica) e julgou improcedente a denunciação da lide movida pela sacadora (endossante) contra o banco endossatário. 2- A ilegitimidade ativa da pessoa natural esta caracterizada, pois não teve título protestado, não existindo elementos que demonstrem qualquer reflexo do protesto em sua pessoa. Ilegitimidade mantida. 3- A legitimidade passiva da empresa sacadora da duplicata esta caracterizada, pois o ato ilícito foi por ela praticado ao negociar uma úni...
-
APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO ANULATÓRIA. SUSTAÇÃO DE PROTESTO. DUPLICATAS MERCANTIS. PROTESTO INDEVIDO. DANO MORAL. PESSOA JURÍDICA. SUMULA 227 DO STJ. DANO MORAL IN RE IPSA. QUANTUM INDENIZATÓRIO. 1. A duplicata é título causal e lastreia-se em contrato de compra e venda ou de prestação de serviços, negócio jurídico subjacente que precisa ser comprovado para que expresse a dívida contraída pelo sacado não aceitante. O aceite da duplicata por parte do sacado é obrigatório e corresponde a uma declaração cambiária sucessiva. Não comprovados tais requisitos, a apresentação do título a protesto é indevida, como também o seu protesto. No caso, não restou comprovada a relação causal que ensejou a emissão do título de crédito. Diante da inexistência de causa debendi, é de serem...
-
APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ANULATÓRIA. SUSTAÇÃO DE PROTESTO. DUPLICATA SEM CAUSA DEBENDI. DANO MORAL. APONTE DE TÍTULO SEM A EFETIVAÇÃO DO PROTESTO. DEVER DE INDENIZAR CONFIGURADO NO CASO CONCRETO. QUANTUM INDENIZATÓRIO MANTIDO. HONORARIOS MANTIDOS. A duplicata é título causal e lastreia-se em contrato de compra e venda ou de prestação de serviços, negócio jurídico subjacente que precisa ser comprovado para que expresse a dívida contraída pelo sacado não aceitante. O aceite da duplicata por parte do sacado é obrigatório e corresponde a uma declaração cambiária sucessiva. Não comprovados tais requisitos, a apresentação do título a protesto é indevida. No caso, não restou comprovada a relação causal que ensejou a emissão do título de crédito. Diante da inexistência de causa debendi, é de ser an...