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APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. CONTRATO DE PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA. TERMO DE CONTRIBUIÇÃO. ELETRIFICAÇÃO RURAL. EXTENÇÃO DE REDE ELÉTRICA.
PRESCRIÇÃO. INOCORRÊNCIA. Cuidando-se de ação de cobrança de cunho pessoal o prazo é de vinte anos (art. 177/CC/1916). Aplicada a regra de transição (art. 2.028 do NCCB) incide o art. 205 do NCCB, não transcorrendo o prazo.
MÉRITO. A Lei nº 9.427/1996, que disciplinou o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica, em seu artigo 14, III, admitiu a participação financeira do consumidor para a execução de obras de interesse mútuo, a ante sua conveniência o autor aceitou as condições que lhe eram oferecidas, não cabendo a devolução.
PROVIDA À APELAÇÃO. UNÂNIME. (Apelação Cível Nº 70026119594, Décima Oitava Câmara Cível, Tribun...
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...RECORRIDO : AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL. PROCURADOR : MÁRCIA PINHEIRO A...TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA. REGIME DE TARIFA BINÔMIA. TAXA DE DEMANDA. COBRANÇA ABU... e passou a disciplinar o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. 5. A ...
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PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA.
REGIME DE TARIFA BINÔMIA. TAXA DE DEMANDA. COBRANÇA ABUSIVA.
NÃO-OCORRÊNCIA.
A prestação de serviço de energia elétrica aos usuários chamados "Grupo A" - os ligados em tensão igual ou superior a 2.300 volts - é tarifada com base no binômio: demanda de potência disponibilizada e energia efetivamente medida e consumida.
Não é abusiva a cobrança pela disponibilização de um potencial de energia aos usuários, fato que, na verdade, determina o equilíbrio contratual, já que a operação envolve altos custos e investimentos.
Precedentes: REsp 609.332/SC, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ 5.9.05;
REsp 1.097.770/RS, Rel. Min. Francisco Falcão, DJe 30/4/2009; AgRg no REsp 1.089.062/SC, Rel. Min. Eliana Calmon, DJe 22.9.09.
Agravo re...
... e passou a disciplinar o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. . 5. ...
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AGRAVO REGIMENTAL. DANOS MORAIS. CONDENAÇÃO. RAZOABILIDADE. ACÓRDÃO FUNDADO NOS ELEMENTOS FÁTICOS DOS AUTOS. SÚMULA 07/STJ. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO.
Ao firmar a conclusão da razoabilidade do valor arbitrado a título de danos morais, o Tribunal recorrido tomou em consideração os elementos fáticos carreados aos autos. Rever esse entendimento encontra óbice na Súmula 07/STJ.
Agravo regimental não provido.
(AgRg no REsp 937.220/ES, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 04/08/2011, DJe 15/08/2011)
...:ESPÍRITO SANTO CENTRAIS ELÉTRICAS S⁄A - ESCELSA ADVOGADO :LYCURGO LEITE NETO E OUT...CONCESSIONÁRIA DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA. OBRIGATORIEDADE DE PRESTAR SERVIÇO ADE... de direito privado, concessionária de serviços públicos de energia elétrica no Estado do Espír... (ANEEL), e disciplinou o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. II - ...
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PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA.
REGIME DE TARIFA BINÔMIA. TAXA DE DEMANDA. COBRANÇA ABUSIVA.
NÃO-OCORRÊNCIA.
A prestação de serviço de energia elétrica aos usuários chamados "Grupo A" - os ligados em tensão igual ou superior a 2.300 volts - é tarifada com base no binômio: demanda de potência disponibilizada e energia efetivamente medida e consumida.
Não é abusiva a cobrança pela disponibilização de um potencial de energia aos usuários, fato que, na verdade, determina o equilíbrio contratual, já que a operação envolve altos custos e investimentos.
Precedentes: REsp 609.332/SC, Rel. Min. Eliana Calmon, DJ 5.9.05;
REsp 1.097.770/RS, Rel. Min. Francisco Falcão, DJe 30/4/2009; AgRg no REsp 1.089.062/SC, Rel. Min. Eliana Calmon, DJe 22.9.09.
Agravo re...
... e passou a disciplinar o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. . 5. ...
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APELAÇÃO CÍVEL. REPASSE DE PIS E COFINS AO CONSUMIDOR NAS TARIFAS RELATIVAS AO SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA. POSSIBILIDADE. O serviço de transmissão de energia elétrica prestado pela empresa é fruto de concessão de serviço público, nas condições fixadas em contrato administrativo, respeitando-se a garantia de equilíbrio econômico-financeiro. A tarifa cobrada do consumidor é homologada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), inexistindo irregularidade no repasse dos custos da atividade, inclusive alíquotas de PIS e COFINS, à inteligência do art. 9º, § 3º, da Lei nº 8.789/95 e dos arts. 3º, XVIII, "a", 14, I e 15, IV da Lei nº 9.427/96. Inexistência de ofensas a disposições do CDC ou a princípios constitucionais e tributários. Precedente do STJ em recurso repetitivo (RESP nº 1.1...
... a política tarifária nas concessões de serviço público, autorizando a utilização d..., da Lei nº 8.987/95, que dispôs sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviiços públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal, as... disciplinou o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica:. Art. 1o É instit...
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APELAÇÃO CÍVEL. REPASSE DE PIS E COFINS AO CONSUMIDOR NAS TARIFAS RELATIVAS AO SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA. POSSIBILIDADE. O serviço de transmissão de energia elétrica prestado pela empresa é fruto de concessão de serviço público, nas condições fixadas em contrato administrativo, respeitando-se a garantia de equilíbrio econômico-financeiro. A tarifa cobrada do consumidor é homologada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), inexistindo irregularidade no repasse dos custos da atividade, inclusive alíquotas de PIS e COFINS, à inteligência do art. 9º, § 3º, da Lei nº 8.789/95 e dos arts. 3º, XVIII, "a", 14, I e 15, IV da Lei nº 9.427/96. Inexistência de ofensas a disposições do CDC ou a princípios constitucionais e tributários. Precedente do STJ em recurso repetitivo (RESP nº 1.1...
... a política tarifária nas concessões de serviço público, autorizando, tal como o cont...O regime cumulativo a eles atribuído gerou aumento substan... e permissão da prestação de serviços públicos previsto no art. 175 da Constituição F...
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APELAÇÃO CÍVEL. REPASSE DE PIS E COFINS AO CONSUMIDOR NAS TARIFAS RELATIVAS AO SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA. POSSIBILIDADE. O serviço de transmissão de energia elétrica prestado pela empresa é fruto de concessão de serviço público, nas condições fixadas em contrato administrativo, respeitando-se a garantia de equilíbrio econômico-financeiro. A tarifa cobrada do consumidor é homologada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), inexistindo irregularidade no repasse dos custos da atividade, inclusive alíquotas de PIS e COFINS, à inteligência do art. 9º, § 3º, da Lei nº 8.789/95 e dos arts. 3º, XVIII, "a", 14, I e 15, IV da Lei nº 9.427/96. Inexistência de ofensas a disposições do CDC ou a princípios constitucionais e tributários. Precedente do STJ em recurso repetitivo (RESP nº 1.1...
..., da Lei nº 8.987/95, que dispôs sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviiços públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal, as... – ANEEL e disciplinou o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica:. Art....